segunda-feira, 18 de agosto de 2014

Análise: 13º DISTRITO (2014)


É, eu sei que o blog está praticamente abandonado: no início, as postagens eram praticamente diárias; com o tempo, passaram a ser semanais, mensais e, ultimamente, se tinha uma postagem a cada 3 meses, era muito. Deve ser a décima quinta vez que eu prometo ser mais regular, mas vou tentar honrar a promessa desta vez...
Hoje vou falar sobre um remake que me surpreendeu: 13º DISTRITO (Brick Mansions, 2014). O filme original foi uma das grandes surpresas de 2004, um longa francês de ação! Estrelado por David Belle (o criador da modalidade esportiva Le Parkour) e Cyril Raffaelli (artista marcial, ator e coreógrafo, considerado o Jackie Chan francês) o filme apresentava eletrizantes e inventivas cenas de ação, combinando as coreografias marciais de Raffaelli com as manobras radicais de Belle. Fez tanto sucesso que, 5 anos depois, ganhou uma continuação, 13º DISTRITO: Ultimato (2008), tão boa quanto o original (para ver a minha crítica, clique aqui). 
Assim, 10 anos depois, o primeiro filme ganha uma refilmagem americana, estrelado pelo mesmo David Belle do original, mas desta vez o outro protagonista é Paul Walker, famoso pela franquia Velozes e Furiosos e que morreu tragicamente no começo do ano, deixando vários filmes prontos na agulha, incluindo este.



A história é exatamente a mesma, repetindo algumas cenas do original quase à exatidão. Com exceção de David Belle, que reprisa o seu papel (trocando o nome Leito no original por Lino no americano), todo o elenco foi trocado ou americanizado. Os vilões que eram europeus agora são afro-americanos, liderados pelo rapper RZA. A ex-namorada de Lino (a deliciosa atriz Catalina Denis), no original era irmã de Leito. O resto é praticamente igual ao filme de 2004. Pessoalmente, eu esperava mais ousadia dos produtores, pois a idéia do filme original, apesar de boa, foi ainda mais simplificada para o público americano.
Mas vamos ao que realmente interessa: AÇÃO! Afinal de contas, ninguém espera muita profundidade num filme desses... Pois ele não decepciona, entregando as cenas mais eletrizantes de lutas e proezas do ano. Nada muito inovador para quem conhece os filmes originais, mas mesmo assim, muito divertido... 
David Belle dispensa comentários, pois não é somente um ótimo praticante de Le Parkour... Ele é simplesmente o CRIADOR da bagaça!  Suas proezas não têm rival (nem mesmo Jackie Chan e Tony Jaa). Já Paul Walker, se não é um lutador como Cyril Raffaelli, pelo menos tem carisma suficiente para carregar o filme. Além disso, seus anos como protagonista da série Velozes e Furiosos (a parte 7 vai estrear ano que vem) o credenciam para segurar bem as cenas de ação, lutas e velocidade (claro que o roteiro iria encaixar alguma cena para ele dirigir um pouquinho, né).


Tudo muito previsível, mesmo para quem não conhece o filme original (que, convenhamos, já tem 10 anos... Como o tempo passa!). Ainda assim, eu recomendo (sou suspeito, pois os dois filmes franceses estão entre os meus favoritos).
Um dos últimos filmes de Paul Walker (seguramente um dos últimos que ele completou, já que Velozes 7 vai ter dublês digitais do ator), atesta a falta que ele vai fazer ao gênero (o filme encerra com uma dedicatória ao astro).
Descanse em paz, Paul Walker!

Por hoje é só! Até a Próxima!



segunda-feira, 10 de março de 2014

Promoção O VALE DOS MORTOS

Divulgando a Promoção do livro "O Vale dos Mortos", de Rodrigo de Oliveira, entrevistado há alguns meses no ONARI BLOG: acessem a página do livro no Facebook (link aqui) e participem!
Eu, como não sou de ferro, também vou participar! Aí vai a minha frase:




POR QUÊ VALE A PENA LER "O VALE DOS MORTOS": PORQUE VOCÊ VAI FICAR MORRENDO DE VONTADE DE LER O RESTO DA SAGA...




Participem!

sexta-feira, 7 de fevereiro de 2014

Os 10 Melhores Filmes BRASILEIROS de Ação, Ficção e Aventura!


Como primeiro post deste ano, que tal uma lista diferente? 
Confesso que não sou muito fã de filme nacional. Os únicos filmes nacionais que eu fazia questão de prestigiar no cinema eram os filmes dos Trapalhões nos anos 80, hehehehe.
Durante os últimos anos, muitos filmes brasileiros de qualidade surgiram. Entretanto, são raros os representantes dos nossos gêneros favoritos: artes marciais, ação, aventura e ficção. Vamos conferir os que eu considero os melhores? Atenção: não estão em ordem de preferência...

CIDADE DE DEUS
Esse é até covardia. Cidade de Deus, de Fernando Meirelles, não é apenas um dos melhores filmes nacionais. O jornal inglês The Guardian colocou o filme entre os 10 melhores filmes de ação de todos os tempos (ficou em sexto)! A qualidade do filme, baseado no livro de Paulo Lins, é tão boa que concorreu a vários Oscar, inclusive direção! A saga do crime organizado na favela que dá título ao filme, visto pela ótica de dois meninos, Buscapé e Zé Pequeno, é trepidante, violenta e imprevisível, uma amostra da qualidade técnica de Fernando Meirelles, que já foi fisgado por Hollywood...

CARANDIRU
Outro filme baseado em fatos reais, culminando no massacre cometido pelos policiais em meio a uma rebelião, acerta estabelecendo o cotidiano dos detentos a partir da entrada do médico Dráuzio Varela (autor do livro que deu origem ao longa), aumentando a carga humana e dramática do clímax. O destaque é uma ótima performance de Rodrigo Santoro como o travesti Lady Di.


XINGU
O filme de Cao Hamburguer foca a aventura dos irmãos Villas-Boas em meio aos índios, fato que deu origem ao Parque Nacional do Xingu. O choque entre as culturas e as diferentes influências indígenas em cada irmão dá o tom do filme.

SERRA PELADA
Um dos filmes mais recentes da lista, Serra Pelada recria com fidelidade assustadora um dos cenários mais insalubres da história do Brasil, o garimpo de Serra Pelada, onde acontece a saga de cobiça, amizade e traição do aventureiro interpretado por Juliano Cazarré. Destaque para Wagner Moura em uma caracterização diferente do que estamos acostumados e Sofie Charlote como uma jovem prostituta...

TROPA DE ELITE
Um dos maiores fenômenos dos últimos tempos, o longa de José Padilha foi um grande sucesso de bilheteria (fato incrível pois fora visto antes por 11 milhões de espectadores via pirataria), lançou bordões ("pede pra sair!") e o maior herói de ação brasileiro, o Capitão Nascimento de Wagner Moura. 


TROPA DE ELITE 2
Claro que com o sucesso de Tropa de Elite uma sequencia seria inevitável, mas José Padilha surpreendeu ao focar o crime nas milícias e nos políticos corruptos. Resultado: simplesmente a maior bilheteria da história do cinema nacional (14 milhões de espectadores). Não à toa, José Padilha foi convidado para dirigir em Hollywood. E não qualquer filminho, mas o remake de ROBOCOP, que estréia este mês no Brasil...


O HOMEM DO FUTURO
Um dos poucos exemplares do gênero ficção no Brasil, O Homem do Futuro é um surpreendente filme nos moldes de De Volta Para o Futuro, com efeitos visuais de ponta e mais uma inesquecível interpretação de Wagner Moura. Ele é Zero, um cientista meio excêntrico que constrói uma máquina do tempo para voltar 20 anos no passado e tentar consertar a sua vida e conquistar seu grande amor (Alinne Moraes). Realidades alternativas, referências aos anos 80 e reviravoltas fazem desta comédia um filme imperdível.


BESOURO

Apesar da inexperiência dos atores e da direção frouxa do estreante João Daniel Tikhomiroff, Besouro inova ao fazer um legítimo filme de artes marciais brasileiro, enfocando a capoeira, inclusive com lutas coreografadas pela equipe de O Tigre e o Dragão e Matrix! Já comentei este filme anteriormente. Mais detalhes aqui.

CINE HOLLIÚDY
Um dos grandes destaques no ano passado, o longa de Halder Gomes foi um fenômeno no Ceará, onde bateu até Titanic! Baseado no curta O Astista contra o Caba do Mal (para assistir ao curta, clique aqui) do mesmo diretor, Cine Holliúdy é uma carinhosa homenagem aos cinemas do interior, ao povo cearense (o filme é falado em "cearês", com direito a legendas!) e, principalmente, os filmes de kung fu nos cinemas das pequenas cidades. Hilariante e emocionante! Detalhe: tanto o diretor quanto o protagonista, Edmilson Filho, são experientes praticantes de Taekwondo...


2 COELHOS
 
Na minha opinião, o filme mais eletrizante já feito no Brasil! Edgar é um jovem comum com um elaborado plano que só ficará claro no final... Com estrutura semelhante aos longas de Guy Ritchie e Quentin Tarantino, efeitos visuais surpreendentes e várias referências à cultura pop, 2 Coelhos é um dos maiores filmes de ação do cinema brasileiro...

SE NÃO GOSTARAM DA LISTA, COMENTEM E DÊEM SUA OPINIÃO... ATÉ A PRÓXIMA!

quinta-feira, 28 de novembro de 2013

ONARI BLOG Entrevista RODRIGO DE OLIVEIRA, autor de "O Vale dos Mortos"




Para estrear a primeira entrevista do ONARI BLOG, nada melhor do que prestigiar um autor brasileiro, natural da cidade de São José dos Campos, assim como eu. Rodrigo de Oliveira é o autor de O VALE DOS MORTOS, lançado este ano pela editora Baraúna. 


Na esteira do recente boom do gênero "Zumbi" na cultura pop (Residente Evil, The Walking Dead, Guerra Mundial Z, entre muitos outros títulos de games, filmes, séries de TV e HQs), o livro narra a história de um grupo de sobreviventes em meio a um apocalipse zumbi. A narrativa inova, porém, ao situar a história em São José dos Campos. Mas ninguém melhor para falar sobre o livro do que o próprio autor... Durante uma sessão de autógrafos na Bienal do Livro de São José dos Campos, ocorrida no início de Novembro, Rodrigo gentilmente concordou em conceder, via e-mail, uma entrevista para o ONARI BLOG, que você confere a seguir...

ONARI BLOG:  Comente brevemente o tema do seu livro, O Vale dos Mortos.
Rodrigo de Oliveira:  O Vale dos Mortos é um dos poucos livros sobre zumbis escrito e ambientado no Brasil e procura mostrar a história de uma família lutando para sobreviver em um mundo dominado por mortos-vivos. É uma história diferente porque traz uma ótica nova ao mostrar um planeta misterioso como a origem dos zumbis. É também uma obra que enfoca muito valores como família, liderança e trabalho em equipe. Tudo isso regado com muita violência e sangue, obviamente (risos).

OB: Quais foram as influências para a criação do livro?
RO: A ideia do livro surgiu de uma forma bastante diferente; foi após um pesadelo que eu tive ao assistir ao filme Madrugada dos Mortos (de Zack Snyder), um remake do clássico do horror Despertar dos Mortos, de George Romero. Para escrevê-lo, me inspirei muito nos livros de André Vianco, um verdadeiro mestre da literatura de horror no Brasil. Outra influência relevante foi a obra de Jorge Amado. Os livros dele estão repletos de personagens femininas fortes, e isso é uma característica marcante das minhas obras.

OB: Hoje o tema zumbi está em evidência na cultura pop nos filmes (Madrugada dos Mortos, Todo Mundo Quase Morto, Meu Namorado é um Zumbi, Guerra Mundial Z), séries de TV (The Walking Dead), games (Plants vs. Zombies, Resident Evil), quadrinhos (The Walking Dead, Zumbis Marvel) e até brinquedos. Como você vê o futuro do gênero e como o seu livro se posiciona neste cenário?
RO:  Eu gosto muito dessa febre em torno dos zumbis. Todo esse movimento abre espaço para inovações, desde blockbusters como Guerra Mundial Z até livros infantis. Acho que tudo isso aumenta a chance de surgirem ideias arejadas e diferentes. O Vale dos Mortos se encaixa bem nesse cenário de renovação porque quebra paradigmas. O enfoque em valores como família e solidariedade além de uma explicação revolucionária para o apocalipse credencia o livro como uma dessas inovações.

OB: Em outras entrevistas, você disse que O Vale dos Mortos é apenas o primeiro de uma série. Pode adiantar alguma coisa dos próximos livros?
RO: O Vale dos Mortos é a primeira obra da saga “As Crônicas dos Mortos”, prevista para ter cinco livros. O segundo volume da saga é “A Batalha dos Mortos” e deve ser lançado no ano que vem. Trata-se de um livro bastante violento e bem mais pessimista que o primeiro. Particularmente gostei muito de escrevê-lo, até porque tive a oportunidade de abordar aspectos mais sobrenaturais que haviam ficado relegados a um segundo plano. É um livro que vai surpreender muita gente.

OB: Agora uma proposta curiosa: caso uma emissora de TV (Globo, por exemplo) ou estúdio comprasse os direitos de O Vale dos Mortos para uma adaptação para TV ou cinema, que atores brasileiros você sugeriria para interpretar os personagens principais do livro?
RO: Essa é difícil (risos)!  De qualquer forma, fazendo alguns ajustes cosméticos de aparência, adoraria ver o Murilo Benício no papel do Ivan e Mayana Neiva no papel da Estela. São artistas versáteis e carismáticos e essas seriam, na minha opinião, as características fundamentais nessa empreitada.

OB: Por fim, deixe uma mensagem aos fãs do ONARI BLOG, que curtem filmes, games, quadrinhos, livros, action figures e culura pop e geral.
RO: Quero agradecer muito essa oportunidade e quero dizer que espero sinceramente que O Vale dos Mortos agrade a todos. Tenho certeza que muitos irão se identificar com esse livro, pois no fundo tentei passar a mensagem que os acontecimentos descritos poderiam acontecer com qualquer um de nós.


O ONARI BLOG AGRADECE A GENEROSA PARTICIPAÇÃO DE RODRIGO DE OLIVEIRA!

domingo, 10 de novembro de 2013

NA FILA DE ESPERA: OS 2 PRÓXIMOS FILMES DE JACKIE CHAN!

  

Já faz um bom tempo que o blog não é atualizado. E para recomeçar em grande estilo, nada melhor do que o grande Jackie Chan, já onipresente no blog. O maior astro asiático do planeta está com nada menos do que 2 novos filmes para estrear. Ambos bebem na fonte de sucessos antigos, mas com abordagens bem diferentes.
Estreando este mês nos EUA, CHINESE ZODIAC, dirigido pelo próprio astro, é uma comédia de ação que está sendo vendida como a terceira parte da série Armour of God, que rendeu os ótimos Armadura de Deus e Operação Condor. Chan faz um aventureiro que tem que roubar 12 peças de ouro baseados no Horóscopo. Pelos trailers, parece bem divertido.
Com previsão de estréia na China para 24/12, outro filme me chamou muito mais atenção: POLICE STORY 2013! Police Story é a minha série favorita de Jackie Chan, aliando tramas policiais contemporâneas com ação e lutas de kung fu insanas. Aparentemente, vai seguir a mesma linha de New Police Story, de 2003, que não era uma continuação dos 4 filmes da série Police Story. Pelo trailer, Jackie Chan faz um oficial da Interpol em meio a uma trama de sequestro. O tom é bem dramático, nem um pouco enfocado no humor. Deve ser um filmaço!
Agora é esperar (sentado) a estréia no Brasil. Provavelmente serão lançados diretamente em DVD e Blu-ray... 

sábado, 27 de julho de 2013

Sessão "Gepeto": TENTÁCULO DE AÇO


Vou apresentar um novo boneco customizado por mim. A base do corpo foi um Monge de Ferro incompleto, cujas peças (torso e pernas) vieram junto com as figuras da coleção Marvel Legends  lançadas este ano, todas baseadas no Homem de Ferro (Patriota de Ferro e Homem de Ferro clássico e moderno).
Como os braços ainda não foram lançados (pois as figuras que vêm com os braços e a cabeça do Monge de Ferro só serão lançadas no fim do ano), tive que procurar algum boneco que tivesse braços compatíveis. Não foi fácil encontrar; o que chegou mais perto do que eu queria foi um boneco da coleção Ben 10 Omniverse, o Aggregor Supremo.


Após uma complicada operação para inserir os braços (de modo que ficassem articulados), era hora de uma boa pintura, já que eles eram amarelos. Cheguei próximo ao tom azul metálico do corpo, além de acrescentar alguns detalhes em prata e preto. O toque pessoal ficou por conta da troca da mão esquerda por um tentáculo pintado de prata, que nada mais era do que a cauda de outro boneco da Coleção Ben 10, o Kevin Supremo.



Ainda faltava a cabeça, mas eu queria algo diferente. Pensei que o corpo poderia ser uma espécie de armadura, "pilotada" por um alienígena pequenino. Ele precisava ter um corpo fininho para caber no buraco do pescoço. Mais uma vez recorri a um boneco do universo Ben 10, o Soberano, que era um chaveiro!.


Cortei o pobrezinho da cintura para baixo e introduzi um parafuso, para que ele pudesse girar dentro do buraco. Pintei a parte superior do corpo de preto, deixando dois olhinhos vermelhos. Modifiquei um pouco a cabecinha, acrescentando um pequeno tentáculo preto.


O resultado ficou muito bom! Modéstia à parte, posso dizer que é um dos bonecos mais legais da minha coleção! 


Alguém tem alguma sugestão sobre a história deste personagem? Decidi batizá-lo de TENTÁCULO DE AÇO... Gostaram?
Por hoje é só! Até a próxima!



Sessão Nostalgia: VEIA DE CAMPEÃO

Já fazia tempo que eu não postava nada para a Sessão Nostalgia, espaço dedicado aos filmes "Sessão da Tarde", principalmente os produzidos nos anos 80. Aproveitando que acabei de adquirir um exemplar da "Coleção Clássicos" da MGM, vou comentar um filme relativamente desconhecido: Veia de Campeão (Youngblood, 1986). Foi um dos primeiros que aluguei logo que minha família comprou um videocassete, e naquela época fazia muito sucesso. O filme era um veículo para lançar Rob Lowe ao estrelato (coisa que não vingou, apesar dele ter feito sucesso em seguida com O Primeiro Ano do Resto de Nossas Vidas e Sobre Ontem à Noite). Lowe é Dean Youngblood, jogador amador de hóquei que tenta se profissionalizar. Patrick Swayze é o colega que se torna seu grande amigo e uma espécie de irmão mais velho. Curiosamente, Keanu Reeves faz um personagem secundário, ainda desconhecido do grande público. Claro que num filme dos anos 80 não poderia faltar uma namoradinha gostosa para o nosso herói passar o rodo... Cinthia Gibb, deliciosa, é a filha do treinador por quem Youngblood se apaixona.


 O filme segue todos os clichês dos filmes de esporte, com o jovem relutante e inocente que se revela um talento, encara alguns obstáculos e antagonistas e triunfa no clímax do filme, que invariavelmente é a final do campeonato.


O vilão é Racki, um jogador rival que é tão casca-grossa que detona todo mundo que fica em seu caminho. No final, Youngblood encara Racki não no jogo, mas com os próprios punhos! É isso mesmo, no fim o filme de hóquei (que, convenhamos, é um esporte tão familiar para os brasileiros quanto o sumô), vira um filme de porrada!


O filme pode ter até envelhecido mal, mas continua divertido, mesmo quase 30 anos depois! Por hoje é só! Até a próxima!